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Morgante
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Morgante

MORGANTE

DRT: 33572/SP

Altura: 1,84

Manequim: 38/40

Calçado: 43


RELEASE
Ator, escritor, comediante, performer, drag queer e criador devídeo/conteúdo. Formado em Artes Dramáticas pelo SENAC e com diversaspassagens em processos de pesquisa na Oficina Cultural Oswald de Andrade e SP Escola de Teatro, voltadas às práticas performativas, teatrais, dramatúrgicas,literárias, audiovisuais e suas multiderivações. Finalizou recentemente os trabalhos teatrais performáticos, “Deixei de ser Amélia para ser Selvática”, “Cicatrizes” e a versão adaptada de“Cicatrizes – em tempos de quarentena”, e os curtas-metragens “Me Tira Daqui”, e “TecnoLove”, ambos com direção e dramaturgia autoral. Está em desenvolvimento do capítulo 3 do conto “Obsessiva” e do trabalho teatral comdireção e dramaturgia autoral, “O Maravilhoso Mundo da Minha Mãe”.Apresentou o trabalho teatral, “Cicatrizes: em tempos de quarentena”, como diretor e performer, contemplado pelo Festival Itaquerendo 2021 e pelo ArtFestival 2021 (ambos viabilizado pela Lei Aldir Blanc/Proac/SP). Apresentou o trabalho performático “A Ditadura do Corpo Perfeito”, como diretor e performer, viabilizado pelo programa Cultura Presente/Conexões Casas de Cultura 2020, via on-line pelo Facebook da Casa de Cultura do M’Boi Mirim. Desenvolve a dramaturgia, a direção, os textos e roteiros, a produção e a edição, do seu canal no YouTube, “Transtô”, com seus personagens,“Morgana, “Abelardo” e “Narcizo”, além de uma seção dedicada às discussões sociais e de saúde emocional. Sendo sua missão enquanto criador artístico, dar voz por meio da arte para os personagens da vida real que são cotidianamente estigmatizados pelos transtornos de personalidade e marginalizados por suas questões de gênero, corporalidade e sexualidade. Acreditando em um mundo em que as pessoas possam ser livres e respeitadas pela identidade que melhor lhes representem sem sofrerem represálias de outrem por isso, tendo como base o respeito, a generosidade, a cultivação do amor-próprio e a valorização das individualidades do ser humano. Atuou como ator performer nas performances autorais “Olhe Para Mim e Diga o Que Você Vê”, no Festival Mix Brasil, “Nós Somos a Força”, apresentado no Cabaret da Cecília, “Esta Sou, Este Sou Eu”, apresentado do Centro Cultural da Juventude, “Subversão”, apresentado na Oficina Cultural Oswald de Andrade, “Eu Me Chamo Norma, Norma Bates” e “180 Respeito” apresentado em festivais de performances, “Personas de Um Indivíduo LGBT”, apresentado no Tuca Arena e no Teatro Alfredo Mesquita e “Os Limites da Humildade”, apresentado na SP Escola de Teatro. Atuou em “Anatomia do Fauno”, com direção de Marcelo Denny (Laboratório de Práticas Performativas da USP), “E Agora Meus Deuses” e “Confusão no Jardim Encantado”, com direção de Alexandre Battel” “A Máquina de Fazer Sexo”, baseado no livro “A mulher mais linda da cidade” de Charles Bukovski, com direção de Edson Araújo Lima e “Eu Heróis”, baseado no livro “A trajetória do herói” de Joseph Campbell com direção de Carol Angrisani. Atuou no Clipe em Homenagem aos 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, em com a participação da Daniela Mercuy. Atuou em três curtas-metragens do projeto “Memórias: Velhos Nomes, Novos Talentos”, com direção de Dimas Oliveira Junior, tendo como objetivo o resgate da memória da música brasileira em que interpretei personalidades como “Raul Sampaio” em “O Trio de Ouro”, “Ruy Rey” e “Mário Reis” em “Os Doutores em Samba”, com exibição no Cine Olido. Atuou no curta “2017”, com direção de Pryka Almeida, exibido no MIS, dentre outras participações. Atuou em mais de 65 comerciais, dentre os principais clientes, Banco do Brasil Mc Donalds, Samsung, Bradesco, Coca-Cola, O Boticário, Chevrolet, Hering, Tim, dentre outros, com destaque à premiada campanha "Não julgue, Beije", da CloseUp, ganhadora do “Leão de Prata no Festival de Cannes 2016”.

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